O Game Changers Championship 2026, mundial inclusivo de VALORANT, começou nesta quinta-feira, 22 de outubro. Neste ano, a competição volta a acontecer em solo brasileiro, na Riot Games Arena, em São Paulo. Além de dois times que representam o Brasil, MIBR GC e Team Liquid, também temos a KRÜ Blaze que conta com jogadoras brasileiras.
Na sexta-feira, 23 de outubro, a KRÜ Blaze estreou contra a Gen.G GC. A organização sul-americana desbancou o favoritismo das rivais e venceu por 2 a 1, de virada. Em conversa exclusiva com o Next Round, Antônia “antG” Garcia comentou sobre o jogo e as expectativas da sua equipe para o campeonato.
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Quais são suas primeiras impressões agora, logo após sair da partida contra a GEN.G? O que você achou do desempenho de vocês hoje?
Antônia “antG” Garcia: Eu acho que a gente começou um pouco nervosa, acho que isso impactou um pouco e aí a gente começou a sair um pouco do nosso estilo de jogo, mas aí a gente acordou, a gente conversou ali no final do primeiro mapa e conversamos sobre se divertir. A torcida tava pela gente ali, foi muito bom, então acho que a gente se acalmou e começou a jogar o nosso jogo e aí deu tudo certo.
Do início até o meio do ano de 2026, a KRU passou por mudanças na line-up. Você acredita que o time se adaptou bem às alterações? Vê a KRU Blaze de hoje como um time fechado?
antG: Eu acho que a gente se adaptou muito bem, eu até falei na outra entrevista que tinha vários altos e baixos, eu acho que isso foi bom, um time que passa por altos e baixos, ele tá preparado para tudo. Então eu acho que a gente sim agora é um time consolidado, ninguém entra, ninguém sai, tá todo mundo muito bem e é isso, amo todas.
No Game Changers LATAM, a KRU Blaze venceu todas as etapas do Game Changers deste ano. Você se considera confiante para a campanha que farão no Championship?
antG: Eu tô muito confiante, eu acho que a gente teve o nosso tempo de se adaptar bem durante o LATAM. A gente até acabou perdendo alguns mapas e isso acho que faz a gente ficar um pouco mais forte, acho que a gente evoluiu muito e tudo que teve para passar, a gente já passou. Então agora acho que estamos preparadas e eu tô muito feliz.
Esse é o seu primeiro mundial de VALORANT e ele está acontecendo no Brasil. O quanto isso é significativo para você?
antG: Eu até falei para as meninas, isso é muito incrível. A gente entrou aqui para fazer tech check e media day e simplesmente eu conhecia todo mundo, eu saí dando oi para todo mundo, já conheci o palco, isso é muito bom, acho que tudo é no plano de Deus e foi tudo certo na hora certa, no lugar certo. Então acho que é o melhor lugar para ser meu primeiro Mundial.
Tem alguma jogadora ou time que você gostaria de enfrentar nesse campeonato?
antG: Eu acho que eu queria enfrentar o Brasil também, acho que para escutar a torcida, acho que aqui vai virar um caldeirão, então sim, eu queria enfrentar o Brasil, até porque eu quero que o Brasil chegue na final e a gente também, então pelos cálculos, quero enfrentar o Brasil.
Você citou que quer enfrentar o Brasil e a Daiki na entrevista mais cedo citou que queria enfrentar você, para enfrentar uma jogadora que ela já conhece, que ela gosta muito e ainda disse que é muito divertido te ver no palco.
antG: Eu adoro ela! Ela e a Isa são maravilhosas. Hoje no café, eu dei bom jogo para elas e a gente tava muito feliz juntas. Então é, eu também quero jogar contra a daiki.
Esse ano vocês enfrentaram um calendário apertado jogando o Challengers e o Game Changers ao mesmo tempo. Agora, logo depois das finais do GCC, já começa o Open Qualifier para o Kickoff do Americas. O que você acha que aprendeu com o calendário apertado desse ano para aplicar nesta reta final do ano?
antg: Eu acho que nem foi tanto calendário apertado e sim o VCL, que é um torneio bem difícil. A gente conseguiu passar para ele, mas também durante o campeonato todo, a gente passou por várias dificuldades, a gente perdeu bastante, eu acho que isso faz a gente ter garra mesmo, sabe? A gente aprendeu a perder, aprendeu a ter que resetar durante os rounds, eu acho que isso foi muito importante também, apesar de não ter ganho, a gente aprendeu muito e eu acho que isso a gente vai trazer para o Mundial também.
Por fim, existe alguma coisa que você mudaria no cenário do Game Changers para o ano que vem?
antG: Eu quero uma torcida, torcida maior, tá todo mundo muito feliz, mas ainda assim é pouca gente, então eu quero mais gente, quero um lugar grande que a gente possa gritar e comemorar todo mundo junto.
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