O MIBR perdeu para a Leviatán e está a uma derrota de ser eliminado do VCT Americas. Nesta quinta-feira, 27 de agosto, a organização brasileira voltou a jogar mal no servidor e viu a equipe argentina dominar o confronto do início ao fim e fechar a partida em 2 a 0. Com a derrota, as chances de classificação para o Champions dependem de uma caminhada sem derrotas pela chave inferior.
Em entrevista exclusiva ao Next Round, Erick “aspas” Santos comentou sobre a falta de preparo para a Abyss, as dificuldades que o MIBR encontrou na série e o sentimento de “vida ou morte” na chave inferior.
A falta de treino na Abyss e o apagão na Haven
De uma forma mais geral, queria que você comentasse o que não deu certo no jogo de hoje e o que faltou para saírem com um resultado positivo.
“Faltou tudo, eu acho. Faltou preparo na Abyss. Esse foi o mapa que a gente treinou um dia só. Eu meio que já esperava que era uma possibilidade. Eu acreditava que estava entre Split e Abyss o pick deles, mas a gente só teve um dia de preparo depois de ter saído do Play-In. Então, faltou preparo no mapa. E na Haven a gente jogou mal.”
Vocês já esperavam que a Leviatán fosse escolher Abyss ou acabou sendo uma surpresa para vocês?
“Eu acreditava que estava entre Split e Abyss. Então, para mim, não foi uma ‘surpresa surpresa’. Eu acreditava que tinha uma possibilidade, sim.”
Vocês tiveram pouco tempo para treinar o mapa devido ao Play-In. Deixar o mapa passar foi algo já planejado anteriormente ou foi algo parecido com aquela Summit contra a NRG?
“Acho que não tinha opção. Era diferente [contra a NRG], não foi um mapa que passou para terceiro mapa, diferente da Summit da última vez. Então, foi bem diferente. O que faltou mesmo foi o preparo no mapa. A gente tinha que ter se preparado melhor, mesmo que não tivesse tempo, a gente tinha que ter feito alguma coisinha ali a mais para estar pronto e ter apresentado um jogo melhor.”
Segredo no map pool e a composição adversária
Na nossa última conversa, você comentou sobre o map pool e como tinha um mapa em que vocês estavam melhor na defesa do que no ataque. Esse mapa era a Abyss?
“Não, na vez que a gente falou sobre isso, a gente ainda nem tinha jogado Abyss. A gente tava jogando o Play-In e ainda não sabia que a Abyss ia estar nos playoffs. Acho que o mapa era… Na real, não posso te falar o mapa, né? [Risos] Mas não é Abyss.”
Um pouco parecida com a primeira pergunta, mas em relação à mudança na composição da Lev, com o Sato de Yoru: vocês foram surpreendidos ou já esperavam essa saída do Phoenix?
“Acho que não foi nada demais, nada demais realmente. Eu ainda acho que o Phoenix seria mais impactante. Mesmo que a gente tenha apresentado um péssimo jogo, a gente jogou muito mal, eu acho que se fosse um Phoenix ele teria tido muito mais impacto em questão das flashes.”
Vida ou morte para o MIBR na chave inferior
Com essa derrota de hoje, vocês vão precisar fazer uma lower basicamente perfeita para chegarem a São Paulo e também para irem ao Champions. Como fica a cabeça nesse momento?
“Acontece. A gente tem que focar no próximo jogo. Acho que é amanhã ou depois de amanhã já a próxima partida, então a gente tem que focar no próximo jogo. Não tem tempo para lamentar a derrota, ficar desanimado, essas coisas. A gente tem que manter a cabeça erguida, se preparar para o próximo jogo. A gente já tem até o adversário definido, que é a EG. Então, a gente tem que se preparar para esse próximo jogo e manter a cabeça erguida.”
A entrevista completa você confere no Youtube do Next Round:
Acompanhe a cobertura completa do cenário competitivo de VALORANT e League of Legends no Twitter (X) do Next Round.




