Na sexta-feira, dia 28 de agosto, a LEVIATÁN jogou contra a 100 Thieves e perdeu por 2 a 0. A organização argentina não se encontrou no servidor e foi dominada pela equipe norte-americana, com direito a um 13 a 2 no próprio mapa de escolha.
Em entrevista exclusiva ao Next Round, Rodrigo “spikeziN” Lombardi comentou um pouco sobre a derrota do time e sobre o sentimento de frustração em não estarem tão conectados durante o jogo.
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Falta de coletivo em jogo contra 100 Thieves
Como você está se sentindo em relação ao resultado e às expectativas desse jogo?
“As expectativas estavam muito altas, como sempre, mas a gente não conseguiu se conectar no jogo, então é um sentimento de frustração. Meio que a gente não estava conectado, estava muito individual o nosso jogo e a gente estava zero coletivo, e os caras estavam bem também, então acho que essa foi a minha sensação.“
Qual foi o maior desafio contra a 100 Thieves, ainda mais no primeiro mapa, com a grande divergência dos rounds ganhos?
“Eu acho que a maior dificuldade fomos nós mesmos, porque, como falei na pergunta anterior, a gente não estava se entendendo, então a gente estava perdendo muita informação do mapa, a gente estava muito estático e a gente não é assim, sabe? Foi uma derrota que perdemos para nós mesmos.“
A escolha do mapa e agentes também acabou não funcionando
Vocês acham que as repetições das comps acabaram sendo algo que se tornou um pouco previsível durante o jogo?
“Eu acho que foi mais na série passada isso, que o Phoenix na Heaven estava muito previsível já. A Summit, a gente não tinha se encontrado, então nos encontramos com essa composição nos treinos e estava indo muito bem. Só que não conseguimos nos encontrar nesse jogo, né? A gente estava tentando, mas não estava indo. A Lotus, a gente continuou na mesma comp, então acho que só foi na Heaven mesmo esse principal fator.”
E, sobre a Summit, vocês fizeram uma virada e também levaram uma virada. Vocês sentem que conseguiram ler e entender a forma de jogar e achar a identidade no mapa, ou vocês precisam ainda trabalhar mais nisso?
“A gente precisa trabalhar sim, mas eu acho que hoje, em específico, estava todo mundo meio, sei lá, desnorteado assim, e a gente não estava pensando, então o nosso macro ficou muito ruim também. Teve vários rounds em que a gente não tinha informação. A gente começou a voltar depois de um round. O nosso macro CT depois foi muito melhor no final do primeiro half, mas de ataque a gente perdeu praticamente um econômico, eu acho que abalou. E acho que foi isso.”
No primeiro mapa, a gente sabe que 100 Thieves não joga de Neon nem de Phoenix na Lotus. A escolha para ele foi por conta disso ou teve algum outro motivo?
“Eu acho que a escolha foi porque eles não jogavam muito Lotus, né? Eles estavam com permaban de Lotus, então eles deixaram o pick aberto e a gente foi escolher, e não deu muito certo.”
“Foi meio estranho”, diz Spike sobre execução do jogo
E, para finalizar, o resultado de hoje vem de uma execução que vocês já tinham treinado. Ou você acha que teve algum momento em que precisaram improvisar e acabou dando errado?
“Eu acho que tudo que a gente fez foi treinado, só que, tipo, assim, a gente não tava jogando o mesmo, sabe? Então a gente estava jogando o que foi treinado, mas com umas algumas diferenças que acabaram na derrota no dia de hoje. Eu falaria que a gente estava jogando assim, o que a gente sempre joga, só que diferente, sabe? Então é meio estranho. “
A entrevista completa você confere no canal do Next Round:
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